A CARTA DO ALÉM – final

A CARTA DO ALÉM – final

…Era no tempo quando, no escritório, tão virulentamente eu caia em cima das corridas à igreja, dos padrecos, do murmurejar de rosário e das demais bugigangas. Emprenhastes-te, mais ou menos inteligentemente, em proteger tudo isso; aparentemente sem suspeitares de que para mim, em última análise, não se tratava dessas coisas, mas propriamente de ponto de apoio contra minha consciência que eu estava procurando – dele […]

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A CARTA DO ALÉM – 4

A CARTA DO ALÉM – 4

Marta K. e tu me fizestes ingressar na associação das moças. Nunca te escondi que achava as instruções das duas diretoras, duas senhoras X., assaz vigaristas. Achava os jogos bastante divertidos. Conforme sabes, cheguei, em breve, a sustentar nele papel preponderante. Isso era o que me lisonjeava. Também as excursões me agradavam. Deixei-me até levar algumas vezes a confessar-me e comungar. Propriamente não tinha nada […]

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A CARTA DO ALÉM – 3

A CARTA DO ALÉM – 3

Quase me teria mesmo envergonhado do teu espanto. Agora rio-me disso. O mais bem feito, em toda essa burla, era permitir-se a comunhão apenas aos 12 anos. Eu já estava, então, assaz possuída do prazer do mundo, que postergava facilmente tudo quanto era religião, e não levei a comunhão a sério. O novo costume de deixar as crianças receberem a comunhão aos 7 anos põe-nos […]

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A CARTA DO ALÉM – 2

(…)E todas essas lembranças nos mostram aquele medonho lado que fora uma graça que desprezamos. Como isso atormenta! Não comemos, não dormimos, nem andamos com as pernas. Espiritualmente acorrentados, nós réprobos, fitamos estarrecidos a nossa vida falhada, uivando e rangendo os dentes, atormentados e cheios de ódio. Ouves tu? Bebemos aqui ódio como água. Odiamo-nos mutuamente.[S. Th. Suppl. q. 98, a. 4, r.: “Nos réprobos […]

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A CARTA DO ALÉM.

Caríssimo Leitor, você conhecerá a impressionante história de uma jovem alemã falecida em 1937, que depois de morta comunicou a uma amiga, por permissão especial de Deus, seu destino eterno. Entre os papéis deixados por uma jovem que morreu num convento como freira, foi encontrado o seguinte depoimento: “Tinha eu uma amiga. Quer dizer, éramos mutuamente achegadas como companheiras e vizinhas de trabalho no mesmo […]

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